A escravidão greco-romana foi muito diferente da que ocorreu no Brasil, mas independente do lugar e do período histórico, todas foram representadas em expressões artísticas, como teatro, poesia e pintura. Nesse blog explicaremos sobre a escravidão greco-romana na Grécia e na Roma durante a Antiguidade.
Antes de tudo, devemos saber o que significa o termo "escravidão".Escravidão é quando o ser humano perde sua liberdade e passa a viver sob dependência de outro, fazendo suas tarefas. Muitas vezes o escravo é mantido em condições precárias, e nada pode fazer sobre isso.
ESCRAVIDÃO NA GRÉCIA
Em Atenas, boa parte dos escravos era proveniente de regiões da Ásia Menor e Trácia. Em geral, eram obtidos por meio da realização de guerras contra diversos povos de origem estrangeira. Os traficantes realizavam a compra dos inimigos capturados e logo tratavam de oferecê-los em algum lucrativo ponto comercial. Mesmo ocupando uma posição social desprivilegiada, os escravos tinham diferentes posições dentro da sociedade ateniense.
Alguns escravos eram utilizados para formar as forças policiais da cidade de Atenas. Outros eram usualmente empregados em atividades artesanais e, por conta de suas habilidades técnicas, tinham uma posição social de destaque. Em certos casos, um escravo poderia ter uma fonte de renda própria e um dia poderia vir a comprar a sua própria liberdade. Em geral, os escravos que trabalhavam nos campos e nas minas tinham condições de vida piores se comparadas às dos escravos urbanos e domésticos.
ESCRAVIDÃO EM ROMA
A escravidão na Roma Antiga implicava absoluta redução, convertidos em simples propriedades dos seus donos.Com o passar do tempo, os direitos dos escravos aumentaram. Contudo, mesmo depois da manumissão, um escravo liberto não possuía muitos dos direitos e privilégios dos cidadãos romanos.Estima-se que mais de 30% da população da Roma Antiga eram escravos.
As revoltas de escravos era muito comum mais eles deviam ter muito respeito pois eles poderiam ter conseqüências graves.Normalmente, as pessoas reduzidas à escravidão ou mantidas nesta condição provinham de povos conquistados, o que se manifestava com freqüência numa cor de pele ou língua diferente.
Os romanos consideravam a escravidão como infame, e um soldado romano preferia suicidar-se antes de cair escravo de um povo bárbaro, ou seja, não romano.
O escravo rural - ele fazia os trabalhos agrícolas e vivia em condições penosas, sobretudo nas grandes propriedades agrícolas.
TIPOS DE ESCRAVIDÃO
O escravo da cidade - ele era geralmente o mais favorecido. Nas casas modestas, alguns escravos eram próximos do seu senhor e formavam parte aproximadamente da família. Nas grandes casas, as tarefas numerosas e variadas permitiam uma especialização, distinguindo dos trabalhos " nobres " secretário, contável, pedagogo, etc. E dos trabalhos menores. Muitos escravos gregos eram preceitores. A prostituição, pouco evocada pelos historiadores, era uma realidade constatada, por exemplo em Pompeia pelos graffites e os lupanares.
O escravo público - pertencia ao Estado (a cidade ou a Roma). Realizava tarefas de interesse geral, e trabalha para os serviços municipais: a sua situação variava dependendo de que se dedicasse à limpeza, ao serviço dos edifícios públicos, ou ao contrário nas tarefas da administração.